Ksénia Chasteau e Stéphane Houdet estão confirmados no quadro principal do tênis em cadeira de rodas de Roland-Garros 2026. Os dois tenistas franceses conquistaram suas vagas diretas e enfrentarão competidores de nível mundial na edição 2026 do torneio parisiense.
A presença dos atletas franceses marca um momento especial para a modalidade no país. Enquanto Houdet busca adicionar novos troféus ao seu palmarés impressionante, Chasteau vê em Roland-Garros uma oportunidade de colocar seu nome entre as grandes promessas do tênis adaptado.
| Jogador | Idade | Ranking mundial | Títulos em Roland-Garros |
|---|---|---|---|
| Stéphane Houdet | 55 anos | 6º | 2 simples, 7 duplas |
| Ksénia Chasteau | 20 anos | 8ª | 1 título júnior |
- Dois franceses na prova de cadeira de rodas em Roland-Garros 2026
- Stéphane Houdet é hexacampeão em duplas e bicampeão em simples
- Ksénia Chasteau, aos 20 anos, é campeã júnior
- Os favoritos são os japoneses Tokito Oda e Yui Kamiji, ambos número 1
- Outras vagas serão preenchidas por wild-cards
Dois tenistas franceses na prova de tênis em cadeira de rodas
A participação de Chasteau e Houdet reforça a força do tênis adaptado francês em Roland-Garros. Ambos conquistaram seus lugares diretos no quadro, dispensando a necessidade de passes especiais.
Stéphane Houdet chega como veterano experiente da competição. O francês de 55 anos conhece bem a Porte d'Auteuil e acumula um histórico notável: dois títulos em simples (2000 e 2001) e sete em duplas. Este ano, integra o ranking mundial na 6ª posição.
Ksénia Chasteau representa a nova geração do tênis adaptado francês. Com apenas 20 anos, ela está no 8º lugar do ranking e já coleciona uma vitória importante: o título do júnior em Roland-Garros, prova de que possui condições de competir contra as melhores.
Stéphane Houdet e Ksénia Chasteau com ambições diferentes mas comuns
Os dois atletas chegam a Paris com objetivos distintos de acordo com suas trajetórias, mas com um propósito compartilhado: brilhar em casa.
Para Houdet, trata-se de manter seu status de campeão e mostrar que continua competitivo no mais alto nível da modalidade. O veterano enfrenta desafio e oportunidade simultaneamente: o ranking mundial é dominado pelo japonês Tokito Oda e pela japonesa Yui Kamiji, ambos número 1. Houdet não é favorito para vencer, mas sua experiência o torna um adversário respeitável.
Chasteau busca um caminho diferente. Para ela, Roland-Garros 2026 é plataforma para consolidar seu surgimento como protagonista do tênis adaptado. A participação direta no quadro principal, sem passar por qualificações, representa validação de seu potencial. Seu desafio é maior que o de Houdet em termos de saltos a dar, mas sua juventude e talento a qualificam para surpresas.
Ambos competem em um torneio de altíssimo nível. Além de Oda e Kamiji, estarão presentes os melhores jogadores e jogadoras da modalidade. O Britânico Alfie Hewett, triplo campeão em Roland-Garros, é outro nome que marcará presença no quadro masculino.
A presença francesa no tênis em cadeira de rodas não se encerra com Chasteau e Houdet. Outros tenistas franceses podem ser indicados através de wild-cards, ampliando a representação nacional na competição.
Ksénia Chasteau e Stéphane Houdet chegam a Roland-Garros 2026 com papéis definidos: um procura manter sua excelência, a outra quer consolidar sua ascensão. A Porte d'Auteuil será o palco para ambos demonstrarem seu valor.

