Boisson confiante apesar dos sete meses de afastamento
Loïs Boisson volta aos courts de Roma com determinação, mas sem esconder as dificuldades. A número 1 francesa disputa seu segundo torneio desde o retorno, após sete meses longe do circuito por causa de uma lesão no pulso direito.
A semifinalista de Roland-Garros enfrenta Katerina Siniakova no Masters 1000 italiano. Antes da partida, admitiu que a recuperação segue complicada, apesar dos progressos observados desde Madrid.
| Informação | Detalhe |
|---|---|
| Torneio | WTA 1000 de Roma (6-14 maio) |
| Adversária do 1º turno | Katerina Siniakova (39ª mundial) |
| Ranking | 43ª mundial |
| Afastamento anterior | 7 meses (lesão no pulso direito) |
À retenir
- Boisson retorna em Roma após sete meses afastada pela lesão
- "Quanto mais as semanas passarem, mais estarei pronta", afirma a francesa
- Primeira derrota em Madrid foi pesada: 6-1, 6-3 contra Peyton Stearns
- Objetivo principal é Roland-Garros, um mês depois
- Admite que ainda não está a 100% para competir
A francesa mantém esperança antes de Roland-Garros
Boisson reconhece que a preparação não é ideal, mas vê em Roma uma oportunidade de ganho físico. Entre Madrid e Roma, escolheu treinar em vez de disputar um WTA 125, priorizando a intensidade dos treinos sobre competições precipitadas.
"É estúpido jogar quando se está a 50%", disse a tenista à L'Équipe. A frase resume sua filosofia: não adianta competir sem estar totalmente recuperada. Cada semana que passa é um progresso em direção ao seu melhor nível.
O retorno em Madrid foi traumático. Eliminada no primeiro turno, Boisson descreveu o momento como "um pouco misto na cabeça". Mas não desiste. Rome oferece uma nova chance antes do Grand Slam parisiense, onde é uma forte candidata.
A pressão existe, mas a francesa a coloca em perspectiva. Seus pontos em Roland-Garros 2025 expiram, o que torna este torneio ainda mais importante para manter sua posição.
Boisson nunca foi uma jogadora de retorno rápido. Sua fragilidade física é conhecida. Desta vez, escolhe a paciência sobre a pressa, sabendo que as próximas semanas são decisivas para chegar a Paris com as melhores condições possíveis.

